Tema Livre - Jovens Leitores, Livros Clássicos X Livros Fantásticos. | Santuário da Fantasia
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Tema Livre - Jovens Leitores, Livros Clássicos X Livros Fantásticos.

Eles são leitura obrigatória nas escolas... Mas será que nossos jovens
os leem por prazer?!
      Você já se viu obrigado (a) a ler um livro clássico na escola?! Em geral é sempre a mesma história... Você precisa ler esses livros, são grandes obras nacionais, por que vocês só conseguem ler os “livrinhos” da moda?! Não sabem que isso é matéria para vestibular?!Quem já ouviu uma dessas frases levanta a mão!!! rsrsrsrs

    Pois é, esses são apenas alguns dos argumentos que os professores usam para tentar fazer os alunos compreenderem que é importante ler os grandes clássicos da literatura brasileira. 

   Não estamos aqui falando que eles estão errados, mas também não estamos aqui para repetir tudo que você já ouviu na escola. Estamos aqui para dividir nossas experiências pessoais e opiniões com vocês, além de sugerir alguns meios para quem quer começar a ler os clássicos, mas não sabe por onde ou simplesmente não consegue por falta de paciência.

Nova "roupa" para um clássico...
   Mas por que nós não conseguimos ler os clássicos com tanta facilidade como os livros atuais?
   Uma boa resposta para esta pergunta é o exemplo de “O Morro dos Ventos Uivantes” (Eu sei que é um livro internacional, mas quando dizemos clássicos, estamos nos referindo a todos, nacionais ou não). A maioria das pessoas AMA A SAGA CREPÚSCULO, e muitos leitores ficaram curiosos para saber mais sobre “O LIVRO PREFERIDO DE BELLA” o que gerou uma nova edição do clássico citado acima, o livro ganhou uma capa legal, mas sombria e com uma flor que nos faz lembrar um pouco a capa de Lua Nova, mas os clássicos são clássicos e ponto final... Por isso muita gente se arrependeu de comprar o livro apenas por modismo. 
    
    A verdade é que muita gente (principalmente leitores jovens ou iniciantes) tem dificuldade de lidar com a linguagem utilizada nessas obras, por se tratar de uma linguagem tradicional e pouco utilizada atualmente. A maioria dos jovens leitores brasileiros tem preferência por livros com uma linguagem mais informal, seguindo curiosamente o gosto internacional. Por isso, atualmente nosso mercado literário é invadido a cada mês com novos lançamentos de livros modais internacionais. 

   Queremos deixar bem claro que o termo “modal” utilizado nesta matéria, faz referência a livros de fácil compreensão e feitos com o único intuito de agradar ao público jovem ou adulto por estar repleto de romance/aventura, do modo mais fácil e envolvente possível. Tanto que em geral é comum ouvir comentários como: “Esse livro é tão bom que eu li em 24 horas”, ou “ Li cada livro da série em uma semana!”. Pense bem, quem nunca disse isso nem uma vez?! Rsrsrs
  
    Livros modais são feitos para vender muito, não exatamente para se tornar best-sellers ou se juntar ao seleto grupo dos grandes clássicos mundiais. É claro que sempre há exceções, alguns livros modais, tornam-se best-sellers, a exemplo da própria Saga Crepúsculo.
    
   Um dos fatores que torna a geração atual de jovens leitores tão “viciada” em livros da moda e tão preconceituosa a respeito dos clássicos é a imposição obrigatória dos mesmos nos colégios... Os clássicos ficaram gravados em suas memórias apenas como: “Os livros chatos que temos que ler para fazer os trabalhos de escola, caso contrário ficaremos com notas baixas”. Não estamos dizendo que estudar os clássicos é algo ruim, mas ajuda se os professores propuserem tarefas mais dinâmicas aos alunos. Além disso, existem muitas obras maravilhosamente fantásticas e nacionais, que seguem o exemplo dos livros mais vendidos internacionalmente, com linguagem atual e histórias envolventes. Existem livros para todos os gostos em nossa LinfanBr (Literatura Fantástica Nacional). 
   
Nas palavras do sábio escritor Márson Alquati (autor da trilogia Ethernyt):

 “ Apesar da discriminação que ainda impera contra os autores nacionais, temos escritores tão bons ou melhores do que os estrangeiros e títulos tão agradáveis e interessantes que se apenas fossem lançados na Europa ou nos EUA, certamente se transformariam em grandes Best Sellers Internacionais.

(Frase copiada da resposta do autor ao tópico "Porque ler fantasia nacional?", do grupo do skoob: Fantasia: Eu Leio!)

    Uma boa solução seria a aceitação da utilização de alguns livros fantásticos nacionais nas escolas, é claro que os clássicos permaneceriam, mas por que não fazer trabalhos sobre um romance nacional, como o livro Centúrias, por exemplo?! Sabemos que os livros fantásticos internacionais já estão mais presentes nas bibliotecas das escolas, mas é raro faz trabalhos escolares sobre eles... Imaginam os livros de LinFanBr então?! 


   Por todos esses motivos, muitos leitores associaram os clássicos à leitura obrigatória (já que em geral, é a única forma de literatura apresentada nas escolas), feita apenas por condicionamento escolar. Mesmo assim, alguns descobriram que pode existir prazer na leitura de livros mais atrativos e atuais.
    É importante ressaltar que pesquisas mostram que a quantidade de leitores no Brasil é muito abaixo do desejado, muitas pessoas só leem por obrigação e raramente se interessam por ler algo que não seja relacionado à escola/trabalho. Sabemos que muitos de vocês devem estar nos odiando agora, mas esta é a realidade nacional. Tem muita gente por ai que nunca entrou numa biblioteca... Vejam de número de livros lidos por ano por faixa estária no Brasil, no gráfico abaixo:


    Mas voltando as boas notícias, há mais ou menos 10 anos, foram lançados no Brasil os livros de J. K. Rowling, isso mesmo, a série Harry Potter, e a tendência de transformar livros de LinFan (Literatura Fantástica) em filmes, ajudou a aumentar o nosso número e nível de leitores. 
   Antes de Harry Potter, nossa geração leu pouquíssimo, nós, por exemplo: A Dan lia mangás e quadrinhos, tinha lido alguns livros como Ou Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles, ou alguns livros da Coleção Vaga-lume. Mas Harry Potter e o Cálice de Fogo foi o seu primeiro livro com mais de 250 páginas e sem figuras! E com a Wendy a história não foi tão diferente...
Enfim, nossa geração aprendeu a ler porque encontrou livros que nos interessaram... É claro que com o passar dos anos aprendemos a ler mais em menos tempo, e pegamos livros há muito esquecidos de propósito em nossas estantes, e os devoramos completamente. 
   Isso ocorre porque com o tempo o nossos hábitos de leitura vão ficando cada vez mais naturais, e com isso, abrimos nossas mentes para os novos desafios. 
   Quando a Dan tinha a idade da Wendy ela abandonou A Sociedade do Anel, livro que curiosamente está lendo agora, após ler a biografia de J.R.R.Tolkien e se apaixonar pela história e a obra do autor, sem falar que ela já leu O Silmarillion que é considerado o livro mais difícil de todos de Tolkien e um dos livros mais difíceis do mundo.
Júlio Verne: Autor de
clássicos fantásticos e
visionário.
   Hoje em dia, Dan já encontrou uma fórmula para ler os clássicos... Ela recorre aos livros fantásticos. De fato, ao pensar em clássicos fantásticos as primeiras obras que vem a nossa mente são do autor Júlio VerneVinte Mil Léguas SubmarinasA Volta ao Mundo em 80 Dias, Viagem ao Centro da Terra...
Também há os clássico do terror como DráculaO Médico e o MonstroFrankenstein , etc.
Também são boas sugestões: Alice no País das Maravilhas ou No País do Espelho, e Robson Crusoé... Esse último livro é o clássico preferido da Dan, muito bom, recomendamos mesmo!

Capas dos livros citados abaixo.
   É bom dizer que seguindo tendências internacionais (como "Orgulho, Preconceito e Zumbis", por exemplo), também foram laçados no Brasil, adaptações fantásticas de alguns grandes clássicos, os títulos ficaram assim: Senhora, A BruxaDom Casmurro e os Discos Voadores, A Escrava Isaura e o Vampiro... Ainda não tivemos a oportunidade de ler essas releituras dos clássicos, mas acreditamos que eles possam ser livros bem divertidos, porém deve-se sempre lembrar que a melhor versão de um livro é a original, ler uma adaptação dessas é praticamente o mesmo que ler uma paródia, pois o texto original não foi apenas resumido, mas também alterado para comportar os novos personagens.

P. C. Cast e Anne Rice, autoras que escreveram
sobre vampiros, citaram o clássico
Drácula em suas obras.
    E por que tentar ler livros clássicos?! Simples, os grandes autores “beberam ou bebem” na fonte dos clássicos. Anne Rice e P.C. Cast citam Drácula em suas obras, embora com colocações variadas, Stephenie Meyer citou muitos livros de Jane Austen (que é uma das maiores autoras de romances do mundo), entre outro autores, porque nem sempre é feita uma citação direta ao autor/livro clássico, muitas vezes ou clássicos servem apenas de inspiração ou fonte de pesquisa, mesmo que a intenção do autor atual seja mudar totalmente a visão dos contos já existentes, ainda sim é preciso tem uma compreensão maior sobre as obras que antecederam a sua criação textual.

   Por isso, se você sonha em se tornar um autor, tem seu próprio blog literário, está sempre atrás de novos desafios, pretende fazer vestibular ou simplesmente adoraria saber todo o possível sobre todos os livros de LinFan... Nós recomendamos que você faça o teste e tente ler um clássico fantástico.        
  
    Wendy também dá uma dica, para quem precisa ler os clássicos nacionais, existem versões (escolares) resumidas, comuns em várias lojas... Não são tão completas, mas contam com todo o contexto das histórias, e lembre-se nesse caso, são livros para iniciantes, não são tão bons como as obras originais, mas muitas vezes não são tão “chatos” também.

   Não queremos mudar o seu gosto literário, apenas estamos sugerindo novos horizontes e dizendo que tudo é uma questão de hábito, esforço e ponto de vista.
   
   Caso você tenha se identificado com esta matéria e queira começar a ler os clássicos, tente aos poucos, leia no seu próprio ritmo, sabendo que dificilmente você os lerá tão rápido como costuma ler os livros aos quais está habituado, tenha paciência, esteja sempre com um dicionário à mão, e não desista mesmo que demore muito, vai valer à pena quando você chegar ao fim... 
   Com o tempo vamos nos habituando e ficando cada vez mais acostumados com a linguagem clássica, podendo então partir para os livros clássicos nacionais, que infelizmente não tem muito a ver com o gênero fantasia.

   Esta matéria foi feita por Dan Pimenta e A. Wendy para a coluna semanal Dose Dupla.

Comentários, Sugestões e Elogios São Sempre Bem Vindos! :)

10 comentários:

Dandara disse...

Parabéns pela postagem!
Acho que o meu clássico preferido é Memórias Póstumas de Brás Cubas =D

Quando a O morro dos ventos uivantes, achei o livro bem fraquinho. Não que a linguagem tenha atrapalhando, mas o enredo geral não é instigante.

Bjos!

www.falandodelivros.com

Elisandra disse...

Adorei a matéria e concordo com cada palavra. Realmente precisamos incentivar o pessoal a ler livros de todos os gêneros, eu entro em um desafio todo ano, onde sempre cai um clássico, se chama desafio literário @DL_2011 gosto muito de participar...Parabéns pelo incentivo e pela matéria.

Beijokas elis
http://amagiareal.blogspot.com/

Vincent Law disse...

Ah, que bom que postou este nome, Elisandra. "Desafio Literário" era o que estava tentando lembrar nesta semana. Valeu e valeu pelo comentário! (o seu blog é o mais belo que já vi por aí :)


Dan, não fala assim do Morro dos Ventos Uivantes! (rs)
O livro é muito bom, pois você vive uma vida lendo ele, embora seja um pouquinho embromado (e não gosto disso, e quem gosta?), mas dá para "sentir com excelência o que eles tentam nos passar" (veja o filme que vale a pena para quem não gostou tanto do livro).

Deviam ter mencionado o melhor dos melhores nesta matéria: O Conde de Monte Cristo! "O clássico". Este dou nota 10, só pelo anti-herói e todo enredo, e principalmente das intrigas e das dores (então, é tudo nele pô! rs) Mas é sim pra mim.

bjs

Poiison Giirl disse...

Eu costumo ler classicos por curiosidade, para entender porque eles viraram classicos. Por enquanto só li Orgulho e Preconceito, Senhor dos Anéis, Nárnia e Alice. As minhs professoras ainda não pediram classicos, mas este ano a minha professora pediu releituras de Machado de Assis e não gostei nem um pouco. Espero que a ressaca literaria passe para eu poder pegar uns bons livros na biblioteca : )


Beijos, Julia
Tijolinha, Books & Fanfics

PS.: Está acontecendo um sorteio no meu blog valendo dois kits com 9 marcadores cada um. Se quiser dar uma olhada, clique aqui. A promoção vale só até o dia 26

Luiz Teodosio disse...

Para leitores iniciantes, principalmente os que estão em Ensino Fundamental - Minha irmã é obrigada a ler alguns pequenos clássicos cuja linguagem utilizada parece falar "grego" para ela -, é uma ideia bastante ingênua. Sinceramente, eu não consigo entender essa tradição escolar, tanto na literatura como no ensino da língua portuguesa, que sempre se procura prender-se ao antigo; o novo é sempre visto como algo que corrompe. Afinal, qual seria o problema de ensinar a lingua informal ou estimular a leitura destes livros modais? Qual é o problema de uma classe fazer um trabalho sobre um livro fo HP, Crpúsculo, ou qualquer outra coisa. As escolas DEVIAM mudar a forma de ensinar literatura, e digo, mudar, é ensinar as pessoas a ler,interpretar, e escrever sobre, e não ficar esmiuçando o que um autor clássico quis retratar em sua obra, pois, afinal, em que isso ajudaria o aluno (exceto passar ne vestibular)? Eu não consigo me lembrar de nada, nadinha mesmo dos meus trabalhos de literatura clássica. Na época, eu não gostava de ler, só depois de pegar um Harry Potter e outros é que fui me dar conta do que estava perdendo. Acho lastimável a quantidade de leitores que são perdidos a cada ano nas escolas por conta disso. É engraçado, mas o que formam leitores nesse país não é a escola, são esses livros modais que, injustamente, são vistos como vilões.
Hm... eu deveria estar participando deste blog, não? Perdoem-me o meu desaparecimento, é que eu realmente não consegui obter ideias para postagens - só essa semana fui postar alguma coisa no meu blog; se me permitirem e gostarem do que está escrito lá, eu posso postar aqui também.
Caramba, tenho que tirar o atraso dos comentários aqui. Lerei outras postagens logo logo.

Vincent Law disse...

Bom, irei tentar responder a grande dúvida que você abriu, Luiz.

A primeira coisa que vem à mente de muitas pessoas quando pensam em livros clássicos é "chato". Em termos de livros, clássicos são frequentemente descritos como os "livros que cada pessoa é obrigada a ler na escola".

A maioria de nós prefere ler histórias em quadrinhos e outros romances que são fáceis de ler e compreender. Contudo muitos de nós não entende o fato de que livros clássicos são denominados como atemporal, não só porque os autores têm seguido certas orientações estruturais ou o livro retrata o tempo em que foi escrita, mas também porque esses livros que foram escritos há vários séculos, continuam a seduzir os leitores, mesmo no mundo moderno.

Embora existam muitos livros que todos deveriam ler, como os clássicos, então, fica claro que: Vários leitores devem ter ouvido muito sobre livros clássicos, mas nunca tentou ler porque você considerá-los tais bastante aborrecedores, e até problemáticos. Muito pelo contrário, livros clássicos são considerados uma coroa do vasto campo da literatura e, portanto, deve ser definitivamente lidos.

Mas isso é um jogo de recusas, pois quem quer ler algo que poderá a vir usar mais o seu tempo (sim, livros clássicos, principalmente os "complexos") na leitura, do que um livro que "todos estão lendo no momento" por assim, ser de fácil leitura.

Acho que é essa é muito fácil de entender a analogia que expus aí em cima. Portanto: Se o leitor gostar daquele estilo de um autor, irá tentar encontrar algo parecido nos clássicos... Acho que é por aí.

E sobre o ponto principal que você fez, sim, concordo plenamente com você. Enredo bem elaborado de hoje em dia, chama mais atenção do que os clássicos que possuem uma gama de complexidade. Então, a escola deveria oferecer o que é bom de princípio, e não uma gama de complexidade para um aluno que ainda está com receios de ler, e isso, de fato, afasta ainda mais um futuro leitor para a leitura.

MÁRSON ALQUATI disse...

Excelente matéria! O que mais dizer, além de ratificar tudo?
Concordo com cada palavra e principalmente que o que falta no nosso país é um maior incentivo a leituras que despertem nos jovens e crianças o gosto e o prazer da leitura.
Parabéns pela postagem!

Mari Sampaio disse...

Oi, gente! Nossa, está crescendo o número de comentários, hein? Parabéns! Ai, vou comentar em todas que ainda não comentei, não se preocupe!rsrs É que tenho estado muuuuito ocupada nestes dias e não pude dar a atenção que os Blogs merecem, peço desculpas!
Bom, realmente, os professores estão errados ao obrigar os alunos, bem que eles poderiam incentivar de um jeito diferente, como vocês disseram.
Eu, particularmente sempre gostei muito de clássicos, na realidade, comecei a ler com eles, vai ver é aí que se encontra a minha rapidez para ler livros!rsrsrs
O fato é que como "Clássicos" são antigos, a linguagem é arcaica, mas quando se acostuma e deixa de ser grego, é claro, se torna muito prazeroso, e você passa a achar mais bonito também!^^

Beijinhos!

Mariana Sampaio
Blog Tijolinhos de Papel

Vincent Law disse...

"Bom, realmente, os professores estão errados ao obrigar os alunos, bem que eles poderiam incentivar de um jeito diferente, como vocês disseram."

Na verdade, Mari, os professores devem seguir regras, pois vamos dizer que algum professo quebre esta regra, e se a criança vir a se sair mal nas matérias? Provavelmente a culpa cairá logo a "alguma lógica fácil", pois eles tendem a não perderem o seu tempo em encontrar. Assim então, os pais saberiam da criança que esta está lendo Crepúsculo (rs).

Mas o fato é que a sociedade aprenderam assim, é como fosse um tabu que é "difícil de ser quebrado".

Meu ponto de vista.

Dan Pimenta disse...

Sobre o último comentário de Vincent Law...

Minha opinião como alguem que estudou para lecionar é simples... Muitas vezes existe a vontade do professor em inovar, mas principalmente em "exibir uma nova foma para o antigo"... Dar meios para que os alunos se sintam motivados a ler os clássicos de uma forma que os façam mais "curiosos" (por falta de palavra melhor) sobre esses livros.
A questão é: Alguns professores até tem vontade de inovar, mesmo que seja usando os livros clássico e não apenas os livros modais, mas a realidade atual de muitas escolas no país, principalmente as públicas é que toda a vez que um professor faz um bom trabalho e tem um certo "diferencial" na sala de aula, algo em seus planejamentos, e a didática que está utilizando. Esse professor começa a ser alvo, pois infelizmente, nem todos concordam com tantas mudanças e mesmo se ele agradar os alunos pode desagarar os pais ou até mesmo um superior, pois é assim que as coisas são por dois motivos...

1º É muito fácil se contentar com o modelo pré-fabricado, com o "manual das aulas de literatura e língua portuguesa", pois todo mundo faz assim, e desse jeito o professor não será criticado...
e 2º Infelizmente no mundo de hoje há muita gente que não gosta de fazer um bom trabalho ou não se esforça tanto quanto poderia, mas faz questão de criticar os métodos alheios...

O Sucesso incomoda, e ninguém consegue agradar a todos, mas acho que se gente como Emília Ferreiro e Paulo Freire não tivessem criticado os métodos educacionais, estes jamais teriam mudado para melhor!

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